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Bora lá Viajar!

Um blog de viagens de uma sonhadora que quer partilhar as suas experiências com o mundo.

Qua | 25.08.21

Açores // Roteiro de 4 dias por São Miguel

Joana Lameiras

Lagoa do Canário.jpeg

 

Este verão, eu e mais 4 amigos partimos rumo a São Miguel, uma das grandes maravilhas que o nosso país tem, e que não desiludiu nem por um segundo. 

Não foi a primeira nem a segunda vez que fui a São Miguel. Durante muitos anos tive família a viver lá, pelo que fiz várias viagens até à ilha. No entanto, a última vez que lá fui foi há mais de 10 anos e lembrava-me muito pouco… por isso estava cheia de vontade de rever todos os locais, com outros olhos desta vez, para aproveitar mais. Eu e os meus amigos decidimos ficar 5 noites, com 4 dias inteirinhos + uma manhã para conseguir não só visitar todos os sítios que queríamos, mas também fazer alguma praia, que é tão boa nos Açores. Este roteiro tem, portanto, um ritmo mais relaxado do que a maior parte das viagens que eu costumo fazer, simplesmente porque senti que tínhamos tempo para isso. De qualquer maneira, os dias mais “clássicos”, em que se vêem as maiores atrações de São Miguel, são os três primeiros, e por isso são os que considero mais indispensáveis.

 

E a pandemia?

Já estou farta de dizer isto a todos os que me conhecem, mas nunca houve melhor altura para visitar os Açores como agora. Voos baratos, teste PCR gratuito e ainda um voucher de 35€ para quem fizer o dito teste! Mas vamos por partes:

Uma das poucas coisas boas que a pandemia trouxe foi a descida geral dos preços dos bilhetes de avião. Apesar dos Açores fazerem parte de Portugal, não costuma ser de todo barato ir visitar as ilhas, especialmente no verão. Ida e volta costumam rondar os cento e tal, chegando até a 200€, pelo que quando apanhei voos a 66€ não consegui deixar passar a oportunidade. 

Devido ao COVID, é necessário fazer um teste PCR até 72h antes do voo, se não forem vacinados ou não tiverem tido COVID nos últimos 6 meses. Felizmente para todos, o teste é financiado pelo Governo Regional dos Açores, pelo que não é necessário pagar um tostão. Para usufruir desta comparticipação, é necessário visitar esta página, com a lista de todos os laboratórios com convenção. Escolhe-se um laboratório, marca-se o teste e depois é só aparecer no dia combinado com o comprovativo da reserva ou bilhetes de avião. Recomendo marcar o teste para dois dias antes do voo! Assim dá tempo de sobra para chegar o resultado, mas também não arriscam que o voo seja adiado e depois o teste não sirva de nada.

Mas há ainda mais uma coisa boa, e da qual poucas pessoas sabem! É que existe a iniciativa Voucher Destino Seguro Açores, que permite a todos os passageiros que fizerem teste PCR obter um voucher de 35€ para gastar em atividades e restaurantes na ilha! Basta preencher este questionário um a dois dias antes de viajar e depois mostrar o QR code recebido à chegada, logo no aeroporto. Os estabelecimentos aderentes constam desta lista, e não são poucos! O voucher tem de ser utilizado na sua totalidade de uma só vez, pelo que o que eu e os meus amigos acabámos por fazer foi usar os vouchers em várias refeições, usando tantos vouchers quantos necessários e dividindo o valor a pagar restante. Isto permitiu-nos fazer mais refeições fora do que faríamos normalmente e experimentar restaurantes simplesmente incríveis. Estas férias foram das férias em que comi melhor em toda a minha vida. A gastronomia micaelense é realmente qualquer coisa!

 

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   Alojamento

Ficámos num apartamento alugado através do Booking, na freguesia de Fajã de Baixo, em Ponta Delgada. Apesar do apartamento ser espaçoso e aparentemente confortável, tivemos algum azar porque nos deparámos com duas baratas… o que não foi muito agradável. Para além disso, a casa não tinha ar-condicionado e ficava um forno, o que foi outro ponto negativo. No entanto, sinto que foi a escolha certa ficar num apartamento - podíamos cozinhar à vontade, o que nos poupou bastante dinheiro.

 

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   Transporte

Há pontos de interesse em cada canto da ilha, pelo que a melhor opção é sem dúvida alugar carro. A maior parte das estradas estão em bom estado, embora algumas sejam bastante apertadas e não tenham grande visibilidade. No entanto, desde que se tenha cuidado, não deverá haver quaisquer problemas em conduzir por São Miguel. Para esta viagem andei com o carro da minha tia, mas alugar carro pode ficar bastante barato, se for feito com alguma antecedência.

 

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   Itinerário

 

DIA 1

Este foi o dia com pior tempo, pelo que optei por ir às Furnas, que, a meu ver, é o local que melhor dá para aproveitar com chuva. Saímos por volta das 11h de casa e fizemos um caminho de cerca de 35 minutos até à localidade. Mesmo antes de chegar fizemos um pequeno desvio até ao Miradouro de Castelo Branco, mas não tivemos qualquer sorte - estava um nevoeiro desgraçado e rapidamente voltámos a descer a serra. No entanto, parece bem valer a pena e por isso deixo aqui a recomendação!

 

Miradouro Castelo Branco.jpeg

 

Seguimos para as Caldeiras e Fumarolas das Furnas, onde são cozinhados os famosos cozidos das furnas (basicamente, uma versão açoreana do cozido à portuguesa). Aqui as águas atingem temperaturas elevadíssimas, borbulhando e emitindo gases que se vêem bem à distância. Deixámos o carro num pequeno parque de estacionamento aqui perto e partimos à descoberta desta localidade.

 

Caldeiras das Furnas.jpeg

 

Ao passear pelas ruas, passámos pela famosa Casa Invertida e pela Igreja de Nossa Senhora da Alegria.

 

Casa Invertida.jpeg

Igreja de Nossa Senhora da Alegria.jpeg

 

Mesmo ao lado está aquele que é provavelmente o restaurante mais conhecido das Furnas - o Tony’s, que infelizmente estava fechado. Na nossa ingenuidade, não tínhamos feito qualquer reserva para o almoço daquele dia, pelo que durante a próxima meia hora fomos de porta em porta, sempre a ser rejeitados, pois todos os restaurantes estavam cheios. Conseguimos finalmente lugar num sítio sem voucher e sem cozido das furnas… mas que acabou, no final de contas, por ter dois cozidos que deram para o nosso grupo de 5!

 

fork.png  Almoço

A Quinta - O sítio é bonito e parcialmente ao ar livre, pelo que é bastante agradável. Relativamente à comida, não sou a maior fã de cozidos, por isso não achei espetacular, mas foi bom para experimentar!

 

Cozido das furnas.jpeg

 

A cerca de 10 minutos a pé do restaurante situa-se o Parque Terra Nostra. Este é um jardim magnífico com piscinas termais, que vale mesmo a pena visitar. A entrada é 8€ e, devido à pandemia, fecha às 16h30. Conheço este parque e já lá fui várias vezes mas devido ao horário apertado acabámos por decidir ir a umas outras termas, também muito perto dali - a Poça Dona Beija

Na Poça Dona Beija pode-se ficar apenas 1h30 no total devido à pandemia e a entrada custa 6€. Esperámos uns 40 minutos para entrar porque a lotação estava cheia mas valeu 100% a pena. Este é um sítio para relaxar verdadeiramente, com águas a 39ºC e poços de diversos tamanhos e profundidades. O cheiro a enxofre é intenso, mas uma pessoa rapidamente se habitua. Aviso que vão passar dias até ao enxofre sair totalmente das unhas e do cabelo, mas é um pequeno preço a pagar por uma experiência tão boa como esta. Recomendo também levarem um fato de banho mais velho, pois o enxofre pode manchar a roupa.

 

Poça Dona Beija.jpeg

 

fork.png  Lanche

Queijaria Furnense - A caminho do carro passámos por esta queijaria e não podíamos deixar de entrar. Que queijos maravilhosos! Se apreciam queijo, não deixem de pedir uma tábua aqui, vale muito a pena. Os gelados também são ótimos e muito baratos.

 

Queijaria Furnense.jpeg

 


Nas Furnas existe ainda a Lagoa das Furnas, com um jardim ao lado. Nós passámos apenas de carro pois estava a chover, pelo que não tenho fotos, mas parecia ser um sítio mesmo bonito!

 

 

 

DIA 2

Felizmente, o bom tempo chegou no nosso segundo dia e veio para ficar. Este foi o meu dia favorito de todos. É importante ser um dia com céu limpo, pois passa-se por imensos miradouros que valem totalmente a pena.

Começámos no Miradouro do Pico do Carvão. A esta hora da manhã ainda havia algum nevoeiro, mas já deu para ficarmos pasmados com as vistas e o verde todo à nossa volta.

 

Miradouro do Pico do Carvão.jpeg

Pinhal.jpeg

 

Seguimos para a Lagoa do Canário, um sítio lindíssimo e que dá para tirar umas fotos espetaculares. Localiza-se dentro da Mata do Canário, e recomendo deixar o carro à entrada da mata, junto a muitos outros.

 

Indicação da Lagoa do Canário.jpeg

Salto na Lagoa do Canário.jpeg

 

Ainda dentro da mata, encontra-se o Miradouro da Boca do Inferno, no topo de uma escadaria, a cerca de 10 minutos a pé da Lagoa do Canário. Neste miradouro existe um ponto particularmente alto ao qual eu fui… mas não se via rigorosamente nada! É tão alto que o nevoeiro estava a tapar tudo. De qualquer maneira, não deixou de ser uma experiência engraçada e diferente!

 

Miradouro da Boca do Inferno.jpeg

 

Pegámos no carro e partimos rumo ao Miradouro da Vista do Rei para ver a Lagoa das Sete Cidades. A seguir começámos a descer, passando pelo Miradouro do Cerrado das Freiras e chegando finalmente à Lagoa das Sete Cidades.

 

Miradouro da Vista do Rei.jpeg

Miradouro do Cerrado das Freiras.jpeg

 

Para quem não sabe, reza a lenda que há muitos, muitos anos havia uma princesa que se apaixonou por um pastor com o qual não podia casar por já estar prometida a um príncipe. Tanto ela como o pastor ficaram tão tristes pelo seu amor proibido que se fartaram de chorar… a lagoa azul veio das lágrimas dos olhos azuis da princesa e a lagoa verde dos olhos verdes do pastor.

Lendas à parte, ambas as lagoas são incríveis. Tão incríveis que decidimos passar mais tempo ali e fomos fazer canoagem durante 1h. Os preços são mesmo muito acessíveis (10€ por canoa para duas pessoas) e foi uma hora muito bem passada - adorámos! Um dos meus momentos favoritos da viagem, sem dúvida. Se tiverem tempo, recomendo imenso!

 

Canoagem na Lagoa das Sete Cidades.jpeg

 

Depois do passeio de canoa alguns de nós deram um mergulho na lagoa. Existe um relvado muito agradável ali para estender as toalhas e apanhar sol. No entanto, o que nós queríamos mesmo era ir ao mar e por isso metemo-nos a caminho da Praia dos Mosteiros. Esta praia é muito pequena e está longe de ser das melhores de São Miguel, mas não deixa de ter aquela temperatura maravilhosa da água que dá mesmo vontade de nadar no mar. Pelo caminho passámos pelo Miradouro da Ponta do Escalvado.

 

Miradouro da Ponta do Escalvado.jpeg

 

A seguir fomos ao Miradouro da Ilha Sabrina, e depois até à Ponta da Ferraria. Esta última é uma piscina natural que, quando a maré está baixa, tem as águas mais quentes de S. Miguel! No entanto, quando lá fomos a maré estava a subir, pelo que a água estava sensivelmente à mesma temperatura da água da praia. Acabámos por não tomar banho lá, até porque a piscina estava bastante cheia.

 

Miradouro da Ilha Sabrina.jpeg

Ponta da Ferraria.jpeg

 

fork.png  Jantar

Adega do Mestre André - Acho que me vou lembrar para sempre deste jantar. A partir do momento em que entrei pela porta do restaurante, foi tudo absolutamente perfeito. Primeiro de tudo, aceitava os vouchers que ganhei no início da viagem. O empregado de mesa era espetacular, muito engraçado e deu-nos dicas acerca de tudo no menu. O ambiente do restaurante era género adega, original e muito acolhedor. A banda sonora era fado, o que adorei e tornou a experiência mais autêntica. Os copos, os pratos, era tudo mesmo muito giro e típico. Mas aquilo que nos levou às nuvens foi a comida e a bebida. A sangria de tinto foi, sem qualquer dúvida, a melhor sangria que já bebi na vida. Eu não sei o que metem lá para dentro, mas era INCRÍVEL. Para prato principal, pedi bife com molho e queijo da ilha. Melhor decisão de sempre. Que sabor espetacular!!! Os pratos ficaram todos limpinhos, não desperdiçámos um bocadinho. As sobremesas eram também deliciosas, especialmente o bolo e o quadrado de côco. Para terminar a refeição, serviam uns shots de licor - havia todo o tipo de licores diferentes, como amora, maracujá e ananás. Pedi o de amora e gostei muito. Sempre que se tomava um shot, o empregado de mesa soava um sino na nossa mesa, o que era mesmo giro! Não consigo recomendar um restaurante o suficiente. Se forem aos Açores, é ESTE o sítio a que devem ir comer. Fui a outros restaurantes bem mais populares do que este e por melhores que fossem, não chegaram aos calcanhares da Adega do Mestre André. ADOREI!!!

 

Adega do Mestre André.jpeg

 

 

 

DIA 3

Saímos de casa já tarde, por isso fomos diretos para a Ribeira Grande, uma terra mesmo ao pé do restaurante onde íamos almoçar.

A Ribeira Grande é uma cidade super simpática, com um centro muito giro e um jardim lindo e muito bem cuidado! Fiquei bastante impressionada, porque não estava, sinceramente, à espera de grande coisa. Surpreendeu pela positiva!

 

Ribeira Grande.jpeg

 

fork.png  Almoço

Restaurante da Associação Agrícola de São Miguel - Este é um dos restaurantes mais populares da ilha e por isso tinha a semana cheia de reservas. Para conseguirmos lugar, aparecemos lá uns 10 minutos antes da hora de abertura (12h) e, juntamente com outros tantos que tinham tido a mesma ideia, lá entrámos e conseguimos mesa. Para não pedir uma refeição tão cara e como tinha comido bife de vaca no dia anterior, optei por pedir um hambúrguer da casa para 2 pessoas, que partilhei com uma amiga. Acabei por não gostar muito. Era mesmo muito grosso, não gostei da textura e o sabor não era nada de especial - só o molho é que era bom. Provei os bifes de vaca dos meus amigos e eram ótimos, mas gostei mais dos molhos do restaurante da noite anterior. O restaurante, no geral, era bom, mas achei-o sobrestimado.

 

Restaurante Associação Agrícola dos Açores

 

Partimos para a Cascata do Salto do Cabrito. O google maps leva-nos mesmo lá pertinho, mas para quem tiver carros mais baixos (como era o nosso caso), recomendo deixarem-no na berma da estrada, à entrada do acesso em terra batida. É uma caminhada um pouco exigente mas curta, cerca de 500m. Para ir até à cascata faz-se bem, mas, por ser íngreme, é mais cansativo voltar. No entanto, vale muito a pena! É possível ver a nascente, assim como a cascata em si. A cascata é enorme, muito alta e impressionante - gostei bastante! Dá para chegar bem perto sem molhar os pés ao saltitar pelas pedras.

 

Cascata do Salto do Cabrito.jpeg

 

Seguimos para o Miradouro da Bela Vista, fazendo uma breve paragem para tirar fotografias.  A 3 minutos de carro, fica o espetacular Miradouro da Lagoa do Fogo. A lagoa é realmente linda e dá para ver perfeitamente daquele miradouro. Existe ainda um caminho que leva a um ponto ainda mais alto para apreciar melhor as vistas, mas não faz grande diferença. É também possível descer até à Lagoa do Fogo, que já me disseram que é um trilho giro! Como alguns de nós já estavam cansados e ainda é um caminho demorado, decidimos passar à próxima e fomos até ao Miradouro de Santa Iria.

 

Lagoa do Fogo.jpeg

Miradouro de Santa Iria.jpeg

 

Seguiu-se a Praia dos Moinhos. Esta é uma praia que conheço bem e à qual já fui muitas vezes. É relativamente grande e não tem pedras no fundo do mar, só areia fofinha, por isso é mesmo agradável. Um facto curioso é que os meus pais já aqui viveram, vários anos antes de eu nascer. Passei pela sua casa antiga a caminho da praia e tudo!

 

Praia dos Moinhos.jpeg

 

Durante o resto do dia fizemos praia e relaxámos. Estava um excelente tempo e soube mesmo bem!

 

 

 

DIA 4

Começámos o dia na Lagoa do Congro, um dos meus locais favoritos da viagem. Deixámos o carro na berma da estrada e andámos cerca de 15 minutos, por um carreiro mega agradável, no meio de uma natureza mesmo verde. O caminho não é de todo difícil e depressa nos deparámos com a lagoa prometida, com uma cor linda e de uma tranquilidade que até nos fez começar a sussurrar sem darmos por isso! Era uma calma mesmo boa, uma conexão com a natureza que não se encontra facilmente. Ali mesmo ao lado até estava um ratinho, a observar aquilo tão pacificamente quanto nós.

 

Lagoa do Congro.jpeg

 

Seguimos para Vila Franca do Campo. Subimos até à Ermida da Nossa Senhora da Paz, que é bonita e tem umas boas vistas.

 

Ermida da Nossa Senhora da Paz.jpeg

Vistas, Vila Franca do Campo.jpeg

 

Depois estacionámos o carro no centro da vila e começámos a explorar as ruas e as pequenas igrejas. Fomos de seguida até à Praia da Vinha da Areia, recomendada por um local, e passámos lá uma boa parte da tarde. Para terminar, fomos comprar umas queijadas de Vila Franca à fábrica ali mesmo pertinho. Vale a pena! As queijadas são espetaculares, na minha opinião as melhores que já provei, e comprá-las na própria fábrica faz diferença relativamente às compradas no supermercado. São menos doces, mesmo muito boas! Levámos cada um uma (ou duas) caixas de volta para o continente.

 

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Queijadas de Vila Franca.jpeg

 

 

 

DIA 5

Não contei este dia porque na verdade só conseguimos aproveitar a manhã. Decidi guardar estas horas para conhecer Ponta Delgada, a capital dos Açores. Estacionámos o carro mesmo no centro, perto das Portas da Cidade. Mesmo ao lado fica a Igreja de São Sebastião e a cerca de 10 minutos a pé o Forte de São Brás e a Igreja de São José.

 

Igreja de S. José.jpeg

Forte de S. Brás.jpeg

 

A cerca de 15 minutos a pé fica o Jardim António Borges, que vale mesmo uma visita. É muito rico em vegetação e lindíssimo, ideal para dar uns passeios!

 

Jardim António Borges.jpeg

 

Depois, fomos até ao restaurante onde íamos almoçar, passeando pelas Portas do Mar até lá - uma marginal muito agradável que se transforma nos fins-de-semana com a sua vida noturna.

 

fork.png  Almoço

O Gastrónomo - Este foi um restaurante que vi recomendado em alguns sítios para peixe, e como estávamos todos fartinhos de carne, decidi experimentar. Aceitava voucher, o que significa que a refeição nos ficou mega barata, tendo em conta que comer peixe é sempre mais caro. Pedimos o atum braseado e o peixe açoreano veja, dois dos peixes frescos do dia. Adorei ambos! Muito saborosos, principalmente o veja. O queijo da ilha das Flores (entrada) também era incrível, e as lapas maravilhosas! Recomendo este restaurante - ambiente familiar e adorei a dona do estabelecimento, super prestável e simpática!

 

Lapas.jpeg

Peixe Veja.jpeg

 

 

 

 

E assim terminou a nossa viagem! É um facto que os Açores agora estão na moda e ao vir cá consigo perceber exatamente porquê. Excelente destino de férias, especialmente para quem gosta muito de natureza! Bem, de natureza e de comidinha boa, que é coisa que não falta em São Miguel, sem dúvida alguma. Fica agora uma vontade enorme de ir explorar outras ilhas e ver o que têm para oferecer!

 

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Açores - Roteiro de 4 dias por São Miguel.png